A Justificada
- Gessica Borges
- Minicontos
- March 30, 2009
Falavam (e ela não negava) que era Crassa, insensata, néscia, chata. Mas a pirada se auto-perdoava Pois tinha na manga uma palavra que tudo justificava: Inata.
Falavam (e ela não negava) que era Crassa, insensata, néscia, chata. Mas a pirada se auto-perdoava Pois tinha na manga uma palavra que tudo justificava: Inata.
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Mais uma vez, o cursor piscava desesperadamente na tela do computador. A música de fundo sorria da cena deprimente: “Just a little patience…”. O copo de café pela metade, as mãos juntas num ritual desconhecido, o olhar distante: meio cansado, meio viajante.
Read MoreAssim que disseram que ia ter que amputar uma das mãos, começou a pensar em como ia se tocar ao mesmo tempo que segurar o binóculo que mirava a janela da Leninha.
Read MoreSolitário, sabia contar até 10 com apenas 9 números. 1, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10. Do 2 não sabia nem o significado.
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