Miniconto 69* - Fantasias

Embelezou-se, perfumou-se e fantasiou-se de bombeira safada, mas não salvou ninguém.

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Refluxo

No último dia, ele fumou um cigarro com a lentidão de um domingo. Era quarta-feira e ele estava pensando nela, em como o lado esquerdo dos seus lábios subiam quando ela falava, especialmente se o comentário era perspicaz. Depois do sorriso torto, ela tragava no estilo bonequinha de luxo, fazia uma careta adorável e cruzava as pernas distraída. Tudo muito excitante. Depois subia levemente com a cabeça, indicando que era a vez dele de falar e então estreitava os olhos enquanto escutava. Ele nunca soube se por causa da fumaça ou por causa do discurso, mas lembrar da cena deu vontade de fumar. O celular tocou e era o Dr. Rubens libertando-o do devaneio. Não era supersticioso, nem nada, mas soube antes de atender.

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Miniconto 165* - Conveniência

A febre era tão grande que vários dos veículos importantes já anunciavam a nova doença: Amnésia Política.

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Um quase-conto idiota adolescente que não vale a pena ser lido (parte 2)

Hey, caros navegantes!

Estou voltando com a reforma de uma postagem já feita, na qual eu implantei uma outra continuação, estimulada pela culpa de não ter sido dedicada o suficiente quando escrevi “Um quase-conto idiota que não vale a pena ser lido”. Sem mais delongas mais longas que as demoras para postar aqui, enjoy:

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