Sumida

Sei não.
Uns diziam que havia piorado, mas do quê?
De sua dor fingida?
Acho que não!
Desconfio até que a pobre era frígida.

Sei não.
Alguns cogitavam sua morte
Será?
Ora, que infortúnia sorte a da estranha menina!
Mas, sei não.
Só deve ter seguido a composição línea
Que tecia sua vida esquina após esquina…
Bar após bar
Chão após chão
Sei não.
Só a vi saindo às escuras, já sem coração.

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Uma semaninha sumida daqui: trabalhos e provas e gripe, muita gripe.
Mas estou voltando … voltando … 😀